Alumínio (Al)

O alumínio foi descoberto, em 1825, pelo físico dinamarquês Hans Christian Orsted. É a terceira substância mais comum em nosso planeta e depois do aço é o metal mais usado no mundo. Foi originariamente encontrado na região de Les Baux, na França, associado à bauxita.

O teor de alumínio no cabelo costuma refletir com precisão os níveis sistêmicos deste metal; entretanto, sempre que estiver elevado no mineralograma, deverá ser afastada a possibilidade de contaminação externa.

São fontes de alumínio: queijos industrializados (especialmente parmesão e gorgonzola), nos quais são empregados sais de alumínio como emulsificador; sal de cozinha, onde o mineral tem função antiumectante; ingredientes utilizados nas padarias, como o fermento, como alvejante na farinha branca (sob a forma de alúmen de potássio); molhos de tomate industrializados, antiácidos; águas do abastecimento público tratadas com excesso de sulfato de alumínio; desodorantes antitranspirantes (cloridroxi-alantoinato de alumínio). Ainda, panelas, embalagens de alumínio, adstringentes, antissépticos, corantes, produtos para piscinas, loções após-barba e solução de Burrow. Alimentos ácidos embalados em latas (suco de laranja, extrato de tomate, etc.) constituem outra importante fonte de alumínio. Cada uma dessas fontes ajuda, com pequenas contribuições diárias, a aumentar a quantidade de alumínio que chega, diariamente, ao nosso corpo.

Indivíduos acima dos cinquenta anos têm uma probabilidade de 1:200 de contrair o Mal de Alzheimer; após os oitenta anos, a probabilidade é de 1:20. Indivíduos portadores da doença apresentam teores de alumínio cerca de quatro vezes acima dos indivíduos sem a enfermidade.

O excesso de alumínio pode levar à encefalopatia progressiva, com anormalidades comportamentais e motoras, astenia, fadiga crônica, esquecimento, distúrbios da fala, raquitismo, alterações gastrointestinais, cólicas, alteração no metabolismo do cálcio, dores ósseas, cefaléia e fraqueza muscular.

A alteração da memória causada pelo alumínio deve-se à fixação deste aos receptores de magnésio no cérebro. O magnésio é um mineral essencial para os processos da memória.

Uma pessoa de 70 kg armazena cerca de 50mg de alumínio em seu corpo. Para a remoção deste e de outros metais tóxicos, é importante, em primeiro lugar, afastar-se das fontes. Se a fonte for a água, usar filtro com carvão (para a água de beber e especialmente na água utilizada para o preparo dos alimentos).

O aumento da ingesta de cálcio e magnésio desloca o alumínio (por competição) dos locais no organismo onde estiver patologicamente depositado.

As intoxicações por alumínio são combatidas com o Alumínio CH7 ou CH12 (preparado homeopático), 10 gotas vo duas vezes ao dia, juntamente com a administração de cálcio, magnésio, selênio, e vitamina C.

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